Sob a batuta da internet: seu poder, suas manhas e suas vacinas.

Em 1982, comprei o meu primeiro computador. Era um DGT 100, fabricado em Belo Horizonte por uma empresa de três jovens idealistas. A sua memória (hoje em dia seria considerada como uma vaga lembrança) era externa e funcionava com um drive para disquete tamanho família. Vereador à época, levei o aparelho para a minha salaContinuar lendo “Sob a batuta da internet: seu poder, suas manhas e suas vacinas.”

Abertura lenta e gradual. Triste memória.

Como em outras cidades brasileiras, Belo Horizonte decidiu promover uma reabertura gradual do comércio. Em princípio, nada contra. Pelo que temos observado, a prefeitura de Belo Horizonte tem se comportado de acordo com as orientações da Organização Mundial da Saúde e dos cientistas. Pelo menos, até agora. Além das máscaras, álcool gel e higienização comContinuar lendo “Abertura lenta e gradual. Triste memória.”

O social do isolamento

No Aurélio, legado é o valor ou objeto que alguém deixa a outrem em testamento. A palavra, que vem do latim, tem, no entanto, outros significados além de sua apropriação jurídica. Pode ser alguém que vai em missão especial para representar o Papa. Ou mesmo um significado imaterial, como o legado intelectual que herdamos dosContinuar lendo “O social do isolamento”

Cadê a campanha educativa do governo federal?

Outro dia, resolvi fazer uma coisa que não faço há anos. Se é que já fiz alguma vez na vida. Peguei um bom livro (no caso, As Lágrimas da Girafa) e sentei-me à frente do televisor. Escolhi um canal e lá fiquei. Lendo e espiando de rabo de olho os comerciais. Não, não é porContinuar lendo “Cadê a campanha educativa do governo federal?”

A História não perdoa. Mas ensina.

Todo e qualquer movimento dos nossos governantes durante a pandemia que estamos vivendo será motivo de estudos, pesquisas e registros nos livros de História. Seus discursos, suas ações e omissões estão gravados, anotados e na memória de muitos. Hoje, com a tecnologia que temos, não escapa nada. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, há 230 milhõesContinuar lendo “A História não perdoa. Mas ensina.”

E os trabalhadores dos serviços essenciais?

Ainda não sabemos quando teremos o pico e a esperada curva do COVID-19. As autoridades sanitárias e de saúde em todo o mundo garantem que o isolamento social, a quarentena e o bloqueio total (lockdown) são os remédios mais indicados para segurar o número de contágio. Alguns países estão pagando caro por não ter adotadoContinuar lendo “E os trabalhadores dos serviços essenciais?”

Antes de entrar na fila, uma pergunta que me acompanha há muito tempo. Por que os serviços público para os mais pobres sempre são os piores? Exemplos não faltam. O transporte coletivo que serve a periferia é de pior qualidade, com veículos sujos, mais velhos. E os poucos abrigos de ônibus estão sempre precisando reparos,Continuar lendo

Achegamento literário

Em 1971, o estadunidense Michael Stern Har começou a digitar diversos textos. Entre eles, a Declaração de Independência de seu país e algumas obras de Homero, Shakespeare e Mark Twain. E assim nasceu o livro eletrônico. Ou e-book, como acabou ficando conhecido. Eu sempre gostei de livros. Mais de ler do que colecionar volumes. MesmoContinuar lendo “Achegamento literário”

Os modernos e os antigos

Recebi de um querido amigo do Canadá um vídeo revelando as diferenças entre velho e idoso. Muito bem feito. Exemplos: idoso é quem ainda sente amor, velho é quem só sente saudades. Idoso é quem ainda se exercita, velho é quem apenas descansa e reclama. Com um belo fundo musical, todos nós nos sentimos idosos…porContinuar lendo “Os modernos e os antigos”

O dia dos mascarados

Uma coisa que me chamou atenção quando estive em Tóquio no final da década de 1980, foi encontrar, nas grandes lojas e no metrô, pessoas com máscaras. Passou pela minha cabeça que os japoneses utilizavam máscaras por causa da poluição. Sempre ouvi dizer que a poluição em Tóquio era elevada. E assim, nada mais naturalContinuar lendo “O dia dos mascarados”

Dica pra durante e depois do coronavírus

A dica serve pra qualquer vivente. Mas cai como luvas para quem, como eu e o meu irmão Ike, mora sozinho. Na maioria dos celulares (todos?) tem uma tecla denominada Emergência, Contato de Emergência ou SOS de Emergência. Já reparou? Pois é. No meu funciona assim: se eu apertar o botão de ligar o celularContinuar lendo “Dica pra durante e depois do coronavírus”